sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
Hj *---*
Em: Salão de
Assembleias das Testemunhas de Jeová - Muribeca.
Dia de Assembleia Especial das Tesstemunhas de Jeová,
Tema: PROTEJA SUA CONSCIÊNCIA.
1Tim.1:19
Foi Otimo, mt proveitoso :)
Absorvi tudo o que foi passado, Vi Alexson *----* Ownn, foi bem rapidinho mas foi bombom U.u
So bateu desespero na hora de vim pra casa, 1h esperando sozinhas naquela estrada, os onibus nem paraam U.u
Mas cheguei bem, to cansada mas mt bem :)
é isso, to linda e paah kakaka U.u
Dia de Assembleia Especial das Tesstemunhas de Jeová,
Tema: PROTEJA SUA CONSCIÊNCIA.
1Tim.1:19
Foi Otimo, mt proveitoso :)
Absorvi tudo o que foi passado, Vi Alexson *----* Ownn, foi bem rapidinho mas foi bombom U.u
So bateu desespero na hora de vim pra casa, 1h esperando sozinhas naquela estrada, os onibus nem paraam U.u
Mas cheguei bem, to cansada mas mt bem :)
é isso, to linda e paah kakaka U.u
Quando cansado, desanimado,
Com teu poder me renovarás.
E, com a tua força ativa,
Como as águias eu posso voar.♫ ♪
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Amor não se pede, é uma pena.
É uma pena correr com pulinhos enganados
de felicidade e levar uma rasteira. É uma pena ter o coração inchado de amar
sozinha, olhos inchados de amar sozinha. Um semblante altista de quem constrói
sozinho sonhos. Mas você não pode, não, eu sei que dá vontade, mas não dá pra
ligar pro desgraçado e dizer: ei, tô sofrendo aqui, vamos parar com essa
estupidez de não me amar e vir logo resolver meu problema? Mas amor, minha
querida, não se pede, dá raiva, eu sei. Raiva dele ter tirado o gosto do mousse
de chocolate que você amava tanto. Raiva dele fazer você comer cinco mousses de
chocolate seguidos pra ver se, em algum momento, o gosto volta. Raiva dele ter
tirado as cores bonitas do mundo, a felicidade imensa em ver crianças sorrindo,
a graça na bobeira de um cachorro querendo brincar. Ele roubou sua leveza mas,
por alguma razão, você está vazia. Mas não dá, nem de brincadeira, pra você
ligar pro cara e dizer: ei, a vida é curta pra sofrer, volta, volta, volta.
Porque amor, meu amor, não se pede, é triste, eu sei bem. É triste ver o Sol e
não vê-lo se irritar porque seus olhos são claros demais, são tristes as manhãs
que prometem mais um dia sem ele, são tristes as noites que cumprem a promessa.
É triste respirar sem sentir aquele cheiro que invade e você não olha de lado,
aquele cheiro que acalma a busca. É triste amar tanto e tanto amor não ter
proveito. Tanto amor querendo fazer alguém feliz. Tanto amor querendo escrever
uma história, mas só escrevendo este texto amargurado. É triste saber que falta
alguma coisa e saber que não dá pra comprar, substituir, esquecer,implorar. É
triste lembrar como eu ria com ele. Mas amor, você sabe, amor não se pede. Amor
se declara: sabe de uma coisa?
Ele sabe, ele sabe.
domingo, 14 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Sou forte.
Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E
boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso
que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também
choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas
aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de
continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois jamais serei
perfeita (ainda bem!). Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser
simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no
peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que
trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e,
ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz.
Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado. Cheiro de chuva, de flor,
cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar descomplicando o
que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá.
A vida não é complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se
impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero
saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar
onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.”
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Clarissa Corrêa.
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Pouca comida é miséria, comer pouco é educação.
Feiura no rosto é apenas feio, feiura
na tela é irreverência. Lixo é repugnante, lixo moldado é reciclagem. Mulher
nua na rua é prostituta, mulher nua na rua segurando um cartaz é protesto.
Velho com vitrola é atrasado, jovem com vinil é estilo. Pobre artista é
pichador, rico com tinta é gênio. Baile funk é perda de tempo, balada
eletrônica é diversão. Ir sem roupa ao shopping é atentado violento ao pudor,
ir sem sem roupa à praia é naturalismo. Milionário usando chinelas é humilde,
humilde com chinela é milionário. Cachorro com coleira é fofo, cachorro sem
coleira é vira-lata. Sirene em bairro rico é ambulância, sirene em favela é
polícia. Estrondo em dia de jogo são fogos de artifício, estrondo em dia de
jogo dentro da comunidade são traficantes. Aluno que cola é esperto, aluno que
estuda é otário. Mentira dita muitas vezes é verdade, verdade nunca dita é mentira.
Solidão aos dezesseis é drama, solidão aos sessenta é necessidade. Cabelo
enrolado é cabelo ruim, cabelo liso com babyliss é sexy. Palmada em filho é
disciplina, palmada em aluno é caso de notícia. Modelo gorda é inaceitável,
modelo magra é pleonasmo. Macaco é racismo, branquelo é apelido. Seios na
televisão é apelação, seios na televisão em fevereiro é carnaval. Foto do pé é
cafona, foto do pé com efeito de instagram é vintage. Criança magra é
desnutrida, criança obesa é descuido. Menino com amigas é gay, meninas com
amigos é oferecida. Homem com várias é inspiração, mulher com vários é mal
falada. Adotar um bebê é amor, adotar um adolescente é caridade. Palavrão na
rua é baixaria, palavrão na música é alternativo. Verde e amarelo é cafonice,
torcer pra seleção é patriotismo. Beijar é bom, beijar dois na mesma festa é
segredo, beijar outro é traição, beijar ninguém é ser encalhado. Andar de mãos
dadas é fofo, andar da mãos dadas com alguém do mesmo sexo é pouca vergonha.
Reclamar do governo é legal, fechar a TV no horário político é rotina. Mandar
cartas é velharia, receber cartas é romantismo. Não ter filhos é lamentável,
optar por não ter filhos é estilo de vida. Xingamento na cama é ousadia,
xingamento na mesa é barraco. Criança loira, bem vestida e sozinha está
perdida, criança negra, suja e sozinha é assaltante. A fome é um problema
mundial, a fome do outro não é problema meu. Bonita e difícil é atraente,
bonita e fácil é vagabunda, feia e difícil é burra, feia e fácil é descartável.
Bater em mulher é machismo, mulher bater em homem é engraçado. Católico
assassino é banalidade, protestante assassino é hipocrisia. Passear no campo é
liberdade, morar no campo é falta de dinheiro. Óculos espelhado é horrível,
óculos espelhado de marca é moda. Livro de cinquenta reais é caro, uísque de
cinquenta reais é festa. Matar um cachorro é desumano, matar um boi é
churrasco. Um assassinato é fatalidade, três mil é estatística. Ser ou não ser
é Shakespeare, indecisão é defeito. Acreditar no amor é beleza, acreditar em alienígenas
é ilusão. Grito na música é rock’n’roll, grito sem ritmo é falta de argumentos.
Loucos só passaram a existir quando a normalidade foi inventada, diferenças só
não foram aceitas quando alguém tentou ser diferente. Conceitos não mudam
realidades, mas realidades mudam conceitos. Pessoas não são palavras, mas
palavras formam pessoas. Se é certo que somos produtos do meio, é certo também
que somos somente produtos. Indivíduos são matérias-primas em abundância, mas
individualidade é artigo de luxo. Rótulo na embalagem é essencial, rótulo em
tudo é apenas uma sociedade."
Há muito tempo eu não perdia uma noite por causa de alguém.
Talvez
tenha sido a pior noite da minha vida depois que te conheci. Engraçado, porque
todas às noites eu vou dormir com você na cabeça, mas dessa vez foi diferente.
Foi diferente porque ontem eu não senti saudade como o de costume, era só
tristeza mesmo. O que eu sentia era uma imensa vontade de por um ponto final
nessa nossa história sem começo. Mas, ao mesmo tempo eu queria acreditar que
você era diferente, porque eu sempre tive esperança em você, sempre achei que
você iria me fazer ver o mundo com outros olhos. Fiquei durante muito tempo
pensando numa maneira certa de agir, foi aí que decidi esquecer essa porra de
quase-amor que eu sinto por você. E era isso que mais doía, o quase-amor,
porque no fundo eu queria que fosse amor. Mesmo assim, insisti em colocar um
ponto final. Jurei pra mim mesmo que ontem à noite seria última vez que eu iria
olhar suas fotos e ouvir a nossa música, apaguei suas mensagens, exclui suas
fotos, joguei fora tudo que me lembrava você. Bateu o desespero e chorei igual
uma pré-adolescente quando leva seu primeiro fora. Chorei até dormir e acordei
lembrando que havia sonhado com você. Agora nem dormir em paz eu posso mais,
ver você se tornou uma questão de fechar os olhos. Não chorei mais, em
compensação quebrei meu juramento assim que saí da cama, fui correndo ver suas
fotos e jurei de novo que seria a última vez. Fiquei triste o dia inteiro, aí
você me procura, inevitável, acabei sorrindo ao ver você falando comigo. Droga,
você também não me ajuda. Queria tanto ficar bem sem você, sem falar, sem
contato, mas ao mesmo tempo quase morro quando você não me conta como foi seu
dia. Já basta essa distância insuportável e ficar um dia sem ter noticias suas
acaba comigo. Mas, decidi que preciso te esquecer. Só que eu acabo lembrando,
de como você é lindo quando ta comigo, do seu sorriso, dos seus olhos fixados
nos meus, das suas mãos nervosas no meu corpo, de como é bom dormir com você e
sentir sua boca na minha enquanto a gente “tenta” dormir. Talvez essa é a parte
que mais me dói, ter que esquecer tudo isso. Ou talvez, o que mais me dói é ter
fantasiado a nossa relação porque você me deu espaço pra isso. Durante muito
tempo eu esperei por você, mas infelizmente, eu não moro em um castelo e muito
menos sou uma princesa, pra ficar procurando em você um príncipe pro meu conto
de fadas. A não ser que você construa um castelo e me peça pra ficar e nunca
mais desistir de você."
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dói. Bater a cabeça na quina da mesa, dói. Morder a língua, dói. Cólica, cárie e pedra no rim também doem. Mas o que mais dói é saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Dói essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o escritório e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno, não saber mais se ela continua pintando o cabelo de vermelho.
Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu, não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango assado, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Coca-cola, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua surfando, se ela continua lhe amando. Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ele esta com outra, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ela esta mais magra, se ele esta mais belo.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim, doer.
"Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem,
caso contrário os honestos,
simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta. O
amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor
acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. Ninguém ama outra
pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só
referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá,
ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos
piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Você ama aquela
petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu
flores que ela deixou a seco. Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta
de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo,
nem no ódio vocês combinam. Então? Então, que ela tem um jeito de sorrir que o
deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar
com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome. Você ama aquele
cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra
no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio
galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você
não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete
feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que
você ama este cara? Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros,
revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas
sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor. É bonita. Seu cabelo
nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas
no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de
música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível. Você
tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse,
criatura, por que está sem um amor? Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor
não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você
inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim. Amar não requer
conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem
de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons
motoristas e bons pais de família, tá assim, ó! Mas ninguém consegue ser do
jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de
merecer. É a contingência maior de quem precisa.
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